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Leia a entrevista com Ana Paula Valadão

Lagoinha.com: Conte-nos sobre o “presente” que você recebeu na FICOC: o “Disco de Platina” pelas 500 mil cópias do CD “Quero me apaixonar”.

Ana Paula Valadão Bessa: Foi uma grande surpresa para mim. Foi um presente da MCK, que é a empresa que industrializa o CD, isto é, nós entregamos a matriz a eles que, por sua vez, reproduzem na quantidade pedida. Eles nos disseram que nem mesmo no meio secular isso acontece facilmente. É raríssimo um CD sair da fábrica com um número tão grande de cópias. Eu creio que esse reconhecimento, o “Disco de Platina”, é uma alegria não só para nós, diretamente envolvidos neste trabalho, mas para todo o povo de Deus, pois fazemos parte do mesmo Reino! Ah, e o CD “Nos braços do Pai” também recebeu a homenagem, pois já atingiu 700 mil cópias.

Veja a reportagem completa:
http://200.195.77.153:80/engine.php?pag=art&sec=1&cat=54&art=1982

MySpace usará "impressão digital"
contra canções sob direitos autorais.

A popular rede social MySpace, do conglomerado News Corp., anunciou nesta segunda-feira (30/10) que licenciou tecnologias de áudio para prevenir que músicas protegidas por direitos autorais sejam publicadas nos perfis pessoais dos usuários da rede. A "impressão digital" de áudio, desenvolvida pela Gracenote, permitirá que o MySpace bloqueie gravações protegidas por direitos antes mesmo do usuários torná-las públicas, utilizando a tecnologia MusicID, da Gracenote, e o banco de dados Global Media Database.

O MySpace controlará todas as gravações de áudio enviados por membros da comunidade para seus perfis. A News Corp. não divulgou se pretende punir usuários que tentaram publicar material protegido por direitos autorais. A iniciativa do MySpace faz parte de uma recente onda de regulações que redes sociais e sites de conteúdo formulado pelo usuário vêm tomando para evitar ações legais com editoras, gravadoras, estações de TV e estúdios de cinema.

Principal exemplo desta onda de legalização, o YouTube recentemente apagou quase 30 mil vídeos que infringiam direitos autorais da Sociedade Japonesa de Direitos de Autores, Compositores e Editoras (JASRAC, na sigla em inglês), além do Google oferecer participação no serviço para três gravadoras (Universal Music, Sony BMG Music e Warner Music) como forma de evitar processos do tipo.

Fonte: IDGNoticia

27/06/2005

A Suprema Corte dos Estados Unidos suspendeu hoje, por unanimidade, a decisão que impedia os estúdios de cinema de Hollywood e gravadoras de processar os responsáveis por serviços de internet de troca gratuita de filmes e músicas.

Fonte:Globo/ Jornal Nacional

Sucessor de Blue Ray e HD-DVD?

Por usar um laser azul, de largura menor que o laser vermelho (usado atualmente), Blu-Ray e HD-DVD podem criar no DVD trilhas menores, aproveitando melhor o disco. Assim, podem gravar mais informações.

No DVD comum, a capacidade é de 4,7 GB por camada. No HD-DVD, cabem 15 GB e no Blu-Ray, 25 GB

No entanto, uma nova técnica desenvolvida por cientistas do Reino Unido e apresentada no Asia-Pacific Data Storage Conference 2004 promete ampliar essa capacidade em 100x.
Trata-se do Multiplexed Optical Data Storage (ou MODS). Consiste basicamente em fazer com que cada ponto do disco registre não apenas um valor, mas múltiplos.


Hoje, os DVDs gravam em cada ponto dados binários (0 ou 1). Nos pontos onde for gravado "0", a luz não será refletida,e no "1", grava-se com material reflexivo.


Com o MODS, todos os pontos são reflexivos. Mas o que determina o "0" ou "1" é o ângulo em que o feixe de laser incide sobre a superfície do DVD.


Segundo o site do Imperial College of London, as possibilidades de reflexão em um só ponto (que eram duas) vão para dez. E a atual capacidade de 4,7 GB poderia saltar para 205 GB, o equivalente a 118 horas de filme com qualidade de DVD.


De quebra, ainda seria possível gravar duas camadas em cada lado, chegando a um total de 1 Terabyte.

DOIS NOVOS FORMATOS DIGITAIS TORNAM OBSOLETOS NOSSOS CDS


O som digital já tem pelo menos cinco variações, entre formatos e padrões. O primeiro deles é o CD, que todos conhecem. O segundo são as fitas DAT (Digital Audio Tape), que até agora não se popularizaram como produto para o grande público. O terceiro é o minidisco digital regravável da Sony, que até agora não fez grande sucesso. O quarto formato é o MP3, criado inicialmente para transmissões na Internet. O quinto é o Super Audio CD, desenvolvido pela Sony e Philips. O sexto é o DVD Áudio, que utiliza toda a capacidade de do DVD exclusivamente para armazenar o som.
O MP3 oferece excelente oportunidade para a massificação de pequenos aparelhos portáteis capazes de armazenar dezenas de horas de musica. Já as tecnologias - SuperAudio CD e DVD Audio - atraem muito mais os audiófilos interessados em som de alto padrão e fidelidade máxima.

É estas duas últimas tecnologias que vamos analisar aqui.

Pois bem, imagine o melhor som de CD que seus ouvidos já ouviram, aquele que lhe dá a sensação mais próxima de música ao vivo ou de realismo quase total. Desde que ouvi a primeira gravação totalmente digital, em 1979, quando a Philips mostrou seu primeiro protótipo de CD ao mundo, eu supunha estar diante de uma fidelidade insuperável: a música reproduzida com a menor distorção, a maior gama dinâmica, relação sinal-ruído superior a 90 dB e resposta de freqüência de 20 Hz a 20.000 Hz, cobrindo toda a gama audível.

Hoje sei que o melhor CD convencional pode e está ultrapassado por dois novos formatos de gravação digital: o Super Audio CD e o DVD Audio. Vale a pena discutir esses dois avanços, mesmo sabendo ser muito difícil transmitir com precisão por meio de um relato escrito nossa experiência pessoal e subjetiva.

Confesso, antecipadamente, que tanto o som do SACD quanto o DVD Audio foram os melhores que meus ouvidos já ouviram. Durante quase um ano, poupei o máximo que podia para financiar um sonho antigo, qual seja, instalar em casa, numa sala especial para música, um novo home theater, com sistema de seis alto-falantes, dotado de surround digital 5.1 e toca-discos capaz de reproduzir tanto o Super Audio CD quanto o DVD Audio ­ além de tocar DVDs e CDs comuns. E, creiam, não gastei mais do que R$ 1.500,00 pois já tinha um bom televisor de 38 polegadas. Em lugar das férias em Nova York, preferi algo mais duradouro, que posso desfrutar o ano inteiro. Pois bem, nos últimos seis meses, testei as duas novas tecnologias, nesse sistema de home theater, com seis alto-falantes, surround digital 5.1 e toca-discos capaz de reproduzir tanto o Super Audio CD quanto o DVD Audio ­ além de tocar DVDs e CDs comuns. Estou vivendo uma espécie de lua de mel musical, com o mais belo som gravado que a tecnologia de áudio pode proporcionar. Às vezes, sem sono, às três horas da madrugada, no silêncio total da noite, ouço Bach, Beethoven ou Mozart. É uma experiência única.

Bem, passemos à análise das caracteísticas do Super Audio CD (SACD) e, em seguida, do DVD Audio.

O Super Audio CD ­ Todos se lembram que o CD foi desenvolvido pela Sony e pela Philips no ínicio dos anos 1980. Para a época, era algo revolucionário, superando tudo que havia de convencional acerca de áudio até então, pois, diferentemente das gravações analógicas que constituíam a tecnologia dominante, o sistema de gravação do CD convertia a música em sinal digitais para gravar e para reproduzir. Os ouvintes ficaram fascinados, diante de tão grande melhoria na qualidade do som gravado, num disco de apenas 12 centímetros de diâmetro. Com todas as qualidades possíveis e preços decrescentes, o CD ganhou popularidade rapidamente, transformando-se no formato de áudio dominante da atualidade.

O CD desenvolvido pela Sony e pela Philips há mais de 20 anos, ainda é notável, graças à tecnologia Pulse Code Modulation (PCM), que toma 44.100 amostras do sinal sonoro por segundo, convertendo-as em números ou códigos de 16 bits. A essa conversão em números se dá o nome de quantização, operação que incorpora a informação sobre a quantidade de energia da onda sonora, determinando a amplitude da onda de freqüência sonora.

O lançamento comercial do CD ocorreu em Tóquio em outubro de 1982. Lembro-me de ter coberto aquela feira de áudio em que a Sony lançou os primeiros CDs comerciais. De lá para cá, a tecnologia avançou muito, tanto do lado da gravação quanto do lado dos toca-discos. Tentando utilizar esses desenvolvimentos, a Sony e a Philips uniram mais uma vez suas forças para criar o Super Audio CD, que tem tudo para se tornar um dos padrões de som digital das primeiras décadas deste novo século.

Mais do que simplesmente oferecer melhorias na freqüência de amostragem ou no nível de quantização, o Super Audio CD representa uma revolução no modo pelo qual os dados digitais são gravados e reproduzidos. Nele, os sinais sonoros são convertidos em código por um método chamado Direct Stream Digital (DSD), um conceito inteiramente novo de gravação sonora.

Em termos técnicos, o som de um SACD é muito mais agradável em primeiro lugar porque sua resposta de freqüência começa abaixo de 20 Hz e vai a mais de 100 kHz. O leitor talvez pergunte como pode ser isso, se o ouvido humano não ouve, isoladamente, nada acima de 20 kHz? A resposta é que esses ultra-sons, que ultrapassam nosso limite de audição, têm o papel de sons harmônicos e são responsáveis pelo timbre ou identidade de cada som. Em segundo lugar, o som do SACD tem excepcional gama dinâmica, ou seja, a faixa de variação da energia sonora, que no Super Audio supera os 120 dB, ao longo de toda a faixa de freqüências audíveis. O resultado final é tão melhor, tão mais natural e realista, que os especialistas costumam chamá-lo de som de alta definição.

Além da Sony e da Philips, diversas outras empresas já fabricam os toca-discos ou players para os Super Audio CDs, entre as quais a Marantz, Accuphase, Denon, Kenwood, Aiwa e Sharp. O número de títulos gravados ainda é relativamente pequeno, não passando de uma centena. Mas o audiófilo interessado pode acompanhar a rápida ampliação desse repertório pelo site especializado da Sony www.sonymusic.com/sacd.

Alguém com certeza perguntaria que benefícios práticos traz o SACD. Além da qualidade sonora, o disco agora pode armazenar uma quantidade de informação mais de quatro vezes superior à de um CD convencional. Com essa capacidade de armazenamento, o Super Audio CD pode oferecer não apenas a melhor reprodução em dois canais estéreo bem como em seis canais surround digital 5.1. Além disso, pode registrar e exibir outros dados, tais como textos sobre as músicas, gráficos, imagens etc.

O toca-discos que utilizo toca tanto os Super Audio CD como os CD comuns. A recíproca, no entanto, não é verdadeira: os toca-discos de CDs comuns não tocam os Super Audio CDs. Mas, esse problema deverá resolvido em breve, inclusive com a produção no Brasil de toca-discos híbridos, capazes de tocar tanto os CDs convencionais quanto os novos SACDs. DVD-Audio ­ Passemos agora ao outro formato digital avançado, o DVD-Audio, cuja primeira característica é oferecer também as opções de dois canais estéreo ou surround digital de seis canais, tanto dos padrões Dolby quanto Digital Theater System (DTS). O segundo ponto forte é sua capacidade de armazenamento sete vezes maior do que a de um CD comum. Graças a essa capacidade, o DVD-Audio permite que se incluam, no disco, além da música, informações adicionais, tais como biografias de artistas, letras das músicas, fotos dos intérpretes ou compositores e mesmo videoclips.

Numa avaliação pessoal e, portanto, subjetiva, a qualidade do DVD Audio é até um pouco melhor que a do Super Audio CD. Empregando a freqüência de amostragem de 192 kHz, o DVD-Audio consegue reproduzir a onda sonora com muito mais precisão do que os CD convencionais que usam 44,1 kHz. Além disso, sua quantização ou codificação dinâmica é de 24 bits e não de 16 como a dos CDs. Com isso, obtém-se muito maior realismo sonoro, razão por que os especialistas dizem que o DVD-Audio proporciona "som multicanal de alta resolução".

(ETHEVALDO SIQUEIRA)

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Música no Caixa

Com preços mais em conta e nomes de primeira linha, as gravadoras independentes ganham o respeito do consumidor e já respondem por 25% do movimento do mercado fonográfico.

Depois de fazer muito sucesso nos catálogos de grandes gravadoras, Maria Bethânia e Ed Motta, entre outros artistas de renome, decidiram trabalhar em selos menores. A opção, cada vez mais comum, é apenas um dos indicativos de uma mudança significativa no mercado musical. As gravadoras independentes estão se consolidando neste negócio, ainda dominado por cinco grandes estúdios multinacionais, conhecidos como majors. Estima-se que existam cerca de 400 gravadoras independentes no país, 90% de micro e pequeno porte. Atuantes desde meados dos anos 90, elas abocanham cerca de 25% do mercado fonográfico brasileiro e vendem em média 13 milhões de Cds por ano, segundo Benjamim Taubkin, vice-presidente da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), que abriga 120 associados.
Como um todo, a indústria fonográfica brasileira vem perdendo clientes. Para a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), os motivos são basicamente dois: a redução do poder aquisitivo do consumidor e a proliferação da pirataria. As gravadoras alternativas, porém, tentam driblar estes fatores oferecendo Cds a preços mais acessíveis, a partir de R$ 9,90.

NOVOS TALENTOS - Com custos baixos e direcionamento da produção para públicos mais específicos, as independentes vão ganhando terreno. Segundo Taubkin, uma tiragem de 10 mil cópias é um bom negócio para as pequenas gravadoras, enquanto, para as grandes, uma vendagem de 50 mil CDs quase sempre dá prejuízo.
Assim, ao mesmo tempo que crescem, descobrem e incentivam novos talentos. A Trama foi uma das primeiras a investir na música eletrônica e em artistas desconhecidos do público. No time da gravadora figuram nomes como Pedro Mariano, Jair Oliveira, Wilson Simoninha e Max de Castro. "Encontrar novos talentos e incentivá-los em suas regiões com a criação de selos específicos é o papel das independentes", afirma João Marcello Bôscoli, dirigente da Trama ao lado de André Szajman.
Há quatro anos no mercado, a Trama vendeu 1 milhão de Cds no ano passado e, em 2003, espera crescer 30%, atingindo uma receita de R$ 20 milhões. Para alcançar este objetivo, a gravadora investe em turnês de seus artistas pela Europa e conta com profissionais exclusivos para distribuir os discos na França, Inglaterra, Alemanha, Espanha e Portugal. Atenta à importância da distribuição para o crescimento do selo, a gravadora criou um departamento exclusivo para esta finalidade, que busca conquistar uma boa colocação dos discos no ponto-de-venda.
Apontada como um dos entraves para o crescimento das independentes, a distribuição pode ser feita pelas majors ou por empresas especializadas. Mas alguns selos optam por não terceirizar o serviço. A Acari Records cuida do setor dentro de casa. Fundado em 1998 pelo arranjador Maurício Carrilho e a cavaquinista Luciana Rabello, o selo é dedicado a choro, modinha e samba. Com um investimento de R$ 100 mil, a gravadora foi criada por não haver espaço para sua música nos selos comerciais.
Para que o disco chegue às mãos do público, os sócios buscam contato com lojas especializadas. "Para nós, grandes redes não funcionam", revela Luciana, observando que a Acari conta com 30 discos no catálogo e faturou R$ 589 mil em 2002.
Ao lado da boa escolha do ponto, a divulgação dos títulos é um dos fatores cruciais para o bom desemprenho dos negócios. A ST2 Records, gravadora que investe em hip hop, música eletrônica e funk, faz da Internet um instrumento de difusão de seus CDs. Com seis anos de atividade e 30 títulos, Alexandre Teiman e Cláudio Silberberg estimulam os artistas a divulgar e a vender o disco nos shows. Para isso, eles preparam um bom material de marketing. "É uma arma poderosa de venda", afirma Silberberg.
A Trama, por sua vez, inovou e colocou à venda faixas avulsas dos CDs de alguns artistas, que podem ser baixadas do site da gravadora. É a tecnologia turbinando a "canja" do artista.

As gravadoras independentes se destacam por lançar novos talentos e incentivá-los em suas regiões.

13 milhões de cópias são vendidas, em média, pelas gravadoras independentes, a cada ano, no Brasil

SOM ALTO E CLARO
Gravadoras independentes ganham espaço nas lojas

• 79,5 MILHÕES de CDs foram vendidos no ano passado no Brasil, que ocupa o 12º lugar no ranking mundial

• R$ 1 BILHÃO foi quanto a indústria fonográfica brasileira movimentou em 2001. As gravadoras independentes ficaram com 25% desse valor.

• 80% dos títulos comercializados são produzidos por artistas nacionais.

• 112 MILHÕES de Cds são falsificados por ano no país, o equivalente a 53% do mercado nacional.

• R$ 1 BILHÃO é o valor estimado das perdas sofridas pela indústria fonográfica brasileira em razão da pirataria.

(Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios - Junho/03).



• Como será a numeração dos lotes •
Exemplo:

Nº Pedido
1º Pedido
2º Pedido
3º Pedido
4º Pedido
5º Pedido

Quantidade
1.000
2.000
3.000
10.000
100.000
Lote
AA
AB
AC
AD
AE
Tiragem
1.000
2.000
3.000
10.000
100.000
Fábrica
Sonopress
Sonopress
Sonopress
Sonopress
Sonopress

• Se a produção do CD for dividida em mais de uma fábrica, como fica a numeração do lote:
• A numeração do lote deve seguir a sequência alfabética independente da fábrica. Ex.:

Lote AA 1000 - produzido na fábrica A
Lote AB 1000 - produzido na fábrica B
Lote AC 2000 - produzido na fábrica A
Lote AD 2000 - produzido na fábrica B

Consultor Jurídico

Regra do Jogo
Quarta-feira, 23 de abril de 2003.

CD sem número pode ser apreendido a partir desta semana

Os CDs que chegarem às lojas a partir desta quarta-feira (23/04/03), sem a numeração, serão considerados piratas e apreendidos pela polícia. O Decreto nº 4.533, que regulamenta o artigo 113 da Lei nº 9.610, institui a numeração de CDs no Brasil e começa a vigorar nesta terça-feira. Todos os CDs fabricados no Brasil, de repertório nacional ou estrangeiro, deverão ter uma nova numeração de leitura digital. O objetivo é oferecer aos artistas, intérpretes e titulares de direitos autorais um mecanismo de controle do aproveitamento das obras musicais no mercado fonográfico brasileiro.

Segundo o advogado especializado em Direito Autoral, Nehemias Gueiros, professor da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro, "como até hoje a indústria fonográfica e a associação das gravadoras sequer se pronunciaram sobre o assunto, qualquer CD que for lançado a partir de amanhã (23/04/03), sem a numeração instituída, será considerado ilegal e contrafação".

Ano passado, os cantores Lobão, Beth Carvalho, Ivan Lins e Roberto Frejat se mobilizaram para a aprovação do projeto.

fonte: UOL