:: ÚLTIMAS NOTÍCIAS ::
MySpace
usará "impressão digital"
A popular rede social MySpace, do conglomerado News Corp., anunciou nesta
segunda-feira (30/10) que licenciou tecnologias de áudio para prevenir
que músicas protegidas por direitos autorais sejam publicadas nos
perfis pessoais dos usuários da rede. A "impressão
digital" de áudio, desenvolvida pela Gracenote, permitirá
que o MySpace bloqueie gravações protegidas por direitos
antes mesmo do usuários torná-las públicas, utilizando
a tecnologia MusicID, da Gracenote, e o banco de dados Global Media Database.
27/06/2005 Fonte:Globo/ Jornal Nacional Sucessor de Blue Ray e HD-DVD? Por
usar um laser azul, de largura menor que o laser vermelho (usado atualmente),
Blu-Ray e HD-DVD podem criar no DVD trilhas menores, aproveitando melhor
o disco. Assim, podem gravar mais informações.
DOIS NOVOS FORMATOS DIGITAIS TORNAM OBSOLETOS NOSSOS CDS
É estas duas últimas tecnologias que vamos analisar aqui. Pois bem, imagine o melhor som de CD que seus ouvidos já ouviram, aquele que lhe dá a sensação mais próxima de música ao vivo ou de realismo quase total. Desde que ouvi a primeira gravação totalmente digital, em 1979, quando a Philips mostrou seu primeiro protótipo de CD ao mundo, eu supunha estar diante de uma fidelidade insuperável: a música reproduzida com a menor distorção, a maior gama dinâmica, relação sinal-ruído superior a 90 dB e resposta de freqüência de 20 Hz a 20.000 Hz, cobrindo toda a gama audível. Hoje sei que o melhor CD convencional pode e está ultrapassado por dois novos formatos de gravação digital: o Super Audio CD e o DVD Audio. Vale a pena discutir esses dois avanços, mesmo sabendo ser muito difícil transmitir com precisão por meio de um relato escrito nossa experiência pessoal e subjetiva. Confesso, antecipadamente, que tanto o som do SACD quanto o DVD Audio foram os melhores que meus ouvidos já ouviram. Durante quase um ano, poupei o máximo que podia para financiar um sonho antigo, qual seja, instalar em casa, numa sala especial para música, um novo home theater, com sistema de seis alto-falantes, dotado de surround digital 5.1 e toca-discos capaz de reproduzir tanto o Super Audio CD quanto o DVD Audio além de tocar DVDs e CDs comuns. E, creiam, não gastei mais do que R$ 1.500,00 pois já tinha um bom televisor de 38 polegadas. Em lugar das férias em Nova York, preferi algo mais duradouro, que posso desfrutar o ano inteiro. Pois bem, nos últimos seis meses, testei as duas novas tecnologias, nesse sistema de home theater, com seis alto-falantes, surround digital 5.1 e toca-discos capaz de reproduzir tanto o Super Audio CD quanto o DVD Audio além de tocar DVDs e CDs comuns. Estou vivendo uma espécie de lua de mel musical, com o mais belo som gravado que a tecnologia de áudio pode proporcionar. Às vezes, sem sono, às três horas da madrugada, no silêncio total da noite, ouço Bach, Beethoven ou Mozart. É uma experiência única. Bem, passemos à análise das caracteísticas do Super Audio CD (SACD) e, em seguida, do DVD Audio. O Super Audio CD Todos se lembram que o CD foi desenvolvido pela Sony e pela Philips no ínicio dos anos 1980. Para a época, era algo revolucionário, superando tudo que havia de convencional acerca de áudio até então, pois, diferentemente das gravações analógicas que constituíam a tecnologia dominante, o sistema de gravação do CD convertia a música em sinal digitais para gravar e para reproduzir. Os ouvintes ficaram fascinados, diante de tão grande melhoria na qualidade do som gravado, num disco de apenas 12 centímetros de diâmetro. Com todas as qualidades possíveis e preços decrescentes, o CD ganhou popularidade rapidamente, transformando-se no formato de áudio dominante da atualidade. O CD desenvolvido pela Sony e pela Philips há mais de 20 anos, ainda é notável, graças à tecnologia Pulse Code Modulation (PCM), que toma 44.100 amostras do sinal sonoro por segundo, convertendo-as em números ou códigos de 16 bits. A essa conversão em números se dá o nome de quantização, operação que incorpora a informação sobre a quantidade de energia da onda sonora, determinando a amplitude da onda de freqüência sonora. O lançamento comercial do CD ocorreu em Tóquio em outubro de 1982. Lembro-me de ter coberto aquela feira de áudio em que a Sony lançou os primeiros CDs comerciais. De lá para cá, a tecnologia avançou muito, tanto do lado da gravação quanto do lado dos toca-discos. Tentando utilizar esses desenvolvimentos, a Sony e a Philips uniram mais uma vez suas forças para criar o Super Audio CD, que tem tudo para se tornar um dos padrões de som digital das primeiras décadas deste novo século. Mais do que simplesmente oferecer melhorias na freqüência de amostragem ou no nível de quantização, o Super Audio CD representa uma revolução no modo pelo qual os dados digitais são gravados e reproduzidos. Nele, os sinais sonoros são convertidos em código por um método chamado Direct Stream Digital (DSD), um conceito inteiramente novo de gravação sonora. Em termos técnicos, o som de um SACD é muito mais agradável em primeiro lugar porque sua resposta de freqüência começa abaixo de 20 Hz e vai a mais de 100 kHz. O leitor talvez pergunte como pode ser isso, se o ouvido humano não ouve, isoladamente, nada acima de 20 kHz? A resposta é que esses ultra-sons, que ultrapassam nosso limite de audição, têm o papel de sons harmônicos e são responsáveis pelo timbre ou identidade de cada som. Em segundo lugar, o som do SACD tem excepcional gama dinâmica, ou seja, a faixa de variação da energia sonora, que no Super Audio supera os 120 dB, ao longo de toda a faixa de freqüências audíveis. O resultado final é tão melhor, tão mais natural e realista, que os especialistas costumam chamá-lo de som de alta definição. Além da Sony e da Philips, diversas outras empresas já fabricam os toca-discos ou players para os Super Audio CDs, entre as quais a Marantz, Accuphase, Denon, Kenwood, Aiwa e Sharp. O número de títulos gravados ainda é relativamente pequeno, não passando de uma centena. Mas o audiófilo interessado pode acompanhar a rápida ampliação desse repertório pelo site especializado da Sony www.sonymusic.com/sacd. Alguém com certeza perguntaria que benefícios práticos traz o SACD. Além da qualidade sonora, o disco agora pode armazenar uma quantidade de informação mais de quatro vezes superior à de um CD convencional. Com essa capacidade de armazenamento, o Super Audio CD pode oferecer não apenas a melhor reprodução em dois canais estéreo bem como em seis canais surround digital 5.1. Além disso, pode registrar e exibir outros dados, tais como textos sobre as músicas, gráficos, imagens etc. O toca-discos que utilizo toca tanto os Super Audio CD como os CD comuns. A recíproca, no entanto, não é verdadeira: os toca-discos de CDs comuns não tocam os Super Audio CDs. Mas, esse problema deverá resolvido em breve, inclusive com a produção no Brasil de toca-discos híbridos, capazes de tocar tanto os CDs convencionais quanto os novos SACDs. DVD-Audio Passemos agora ao outro formato digital avançado, o DVD-Audio, cuja primeira característica é oferecer também as opções de dois canais estéreo ou surround digital de seis canais, tanto dos padrões Dolby quanto Digital Theater System (DTS). O segundo ponto forte é sua capacidade de armazenamento sete vezes maior do que a de um CD comum. Graças a essa capacidade, o DVD-Audio permite que se incluam, no disco, além da música, informações adicionais, tais como biografias de artistas, letras das músicas, fotos dos intérpretes ou compositores e mesmo videoclips. Numa avaliação pessoal e, portanto, subjetiva, a qualidade do DVD Audio é até um pouco melhor que a do Super Audio CD. Empregando a freqüência de amostragem de 192 kHz, o DVD-Audio consegue reproduzir a onda sonora com muito mais precisão do que os CD convencionais que usam 44,1 kHz. Além disso, sua quantização ou codificação dinâmica é de 24 bits e não de 16 como a dos CDs. Com isso, obtém-se muito maior realismo sonoro, razão por que os especialistas dizem que o DVD-Audio proporciona "som multicanal de alta resolução". (ETHEVALDO SIQUEIRA) ______________________________________________________ Música no Caixa Com preços mais em conta e nomes de primeira linha, as gravadoras independentes ganham o respeito do consumidor e já respondem por 25% do movimento do mercado fonográfico. Depois de
fazer muito sucesso nos catálogos de grandes gravadoras, Maria
Bethânia e Ed Motta, entre outros artistas de renome, decidiram
trabalhar em selos menores. A opção, cada vez mais comum,
é apenas um dos indicativos de uma mudança significativa
no mercado musical. As gravadoras independentes estão se consolidando
neste negócio, ainda dominado por cinco grandes estúdios
multinacionais, conhecidos como majors. Estima-se que existam cerca de
400 gravadoras independentes no país, 90% de micro e pequeno porte.
Atuantes desde meados dos anos 90, elas abocanham cerca de 25% do mercado
fonográfico brasileiro e vendem em média 13 milhões
de Cds por ano, segundo Benjamim Taubkin, vice-presidente da Associação
Brasileira da Música Independente (ABMI), que abriga 120 associados. NOVOS
TALENTOS - Com custos baixos e direcionamento da produção
para públicos mais específicos, as independentes vão
ganhando terreno. Segundo Taubkin, uma tiragem de 10 mil cópias
é um bom negócio para as pequenas gravadoras, enquanto,
para as grandes, uma vendagem de 50 mil CDs quase sempre dá prejuízo. As gravadoras independentes se destacam por lançar novos talentos e incentivá-los em suas regiões. 13 milhões de cópias são vendidas, em média, pelas gravadoras independentes, a cada ano, no Brasil SOM ALTO
E CLARO 79,5 MILHÕES de CDs foram vendidos no ano passado no Brasil, que ocupa o 12º lugar no ranking mundial R$ 1 BILHÃO foi quanto a indústria fonográfica brasileira movimentou em 2001. As gravadoras independentes ficaram com 25% desse valor. 80% dos títulos comercializados são produzidos por artistas nacionais. 112 MILHÕES de Cds são falsificados por ano no país, o equivalente a 53% do mercado nacional. R$ 1 BILHÃO é o valor estimado das perdas sofridas pela indústria fonográfica brasileira em razão da pirataria. (Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios - Junho/03). |
|||||
|
• Como será a numeração dos lotes • Exemplo: |
|||||
|
Nº
Pedido |
Quantidade
1.000 2.000 3.000 10.000 100.000 |
Lote
AA AB AC AD AE |
Tiragem
1.000 2.000 3.000 10.000 100.000 |
Fábrica
Sonopress Sonopress Sonopress Sonopress Sonopress |
|
|
Se
a produção do CD for dividida em mais de uma fábrica, como fica a numeração
do lote: |
|||||
|
Consultor Jurídico Regra do Jogo CD sem número pode ser apreendido a partir desta semana Os CDs que chegarem às lojas a partir desta quarta-feira (23/04/03), sem a numeração, serão considerados piratas e apreendidos pela polícia. O Decreto nº 4.533, que regulamenta o artigo 113 da Lei nº 9.610, institui a numeração de CDs no Brasil e começa a vigorar nesta terça-feira. Todos os CDs fabricados no Brasil, de repertório nacional ou estrangeiro, deverão ter uma nova numeração de leitura digital. O objetivo é oferecer aos artistas, intérpretes e titulares de direitos autorais um mecanismo de controle do aproveitamento das obras musicais no mercado fonográfico brasileiro. Segundo o advogado especializado em Direito Autoral, Nehemias Gueiros, professor da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro, "como até hoje a indústria fonográfica e a associação das gravadoras sequer se pronunciaram sobre o assunto, qualquer CD que for lançado a partir de amanhã (23/04/03), sem a numeração instituída, será considerado ilegal e contrafação". Ano passado, os cantores Lobão, Beth Carvalho, Ivan Lins e Roberto Frejat se mobilizaram para a aprovação do projeto. fonte: UOL |
|||||